A reclamação vem de muito tempo e nunca se tomou providência nenhuma. Mais
uma vez, os profissionais da imprensa brasileira, envolvidos na cobertura da
Libertadores da América, se queixam da falta de segurança nos jogos fora do
país. É bom acrescentar que aqui também não funciona de forma diferente.

E o pior é que a Conmebol, entidade responsável pela organização do
campeonato, sabe de tudo isso, mas nunca puniu ninguém. O seu presidente,
Nicolás Leoz, é o mesmo há muito tempo. Está no seu sexto mandato.
No futebol, por essas coisinhas todas, se conclui que a diferença entre aqui
e a Europa não são simplesmente as águas do Atlântico.
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